segunda-feira, 21 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Livrai-me
Livrai-me do cinismo.
Do ceticismo.
Do sarcasmo.
Do ceticismo.
Do sarcasmo.
Livrai-me do senso de ridículo.
Da superficialidade.
Do banal.
Da superficialidade.
Do banal.
Livrai-me dessa falta de poesia.
De magia.
De algo mais.
De magia.
De algo mais.
Livrai-me da falta de curiosidade.
De vontade.
De luta.
De vontade.
De luta.
Livrai-me da mediocridade.
Dos limites.
Do seguro.
Dos limites.
Do seguro.
Livrai-me desse excesso de razão.
Desse comodismo.
Desse vazio.
Desse comodismo.
Desse vazio.
Livrai-me do imediato.
Do egoísmo.
Do comum.
Do egoísmo.
Do comum.
Livrai-me dessa falta de interesse.
De prazer.
De amor.
De prazer.
De amor.
Livrai-me dessa falta de criança.
Dessa falta de dança.
Dessa falta de sorriso.
Dessa falta de dança.
Dessa falta de sorriso.
Que nunca me falte o encanto.
Que nunca se vá minha ingenuidade.
Que a vida seja eterna graça.
Eterna surpresa.
Eterno aprendizado.
Amém.
Que nunca se vá minha ingenuidade.
Que a vida seja eterna graça.
Eterna surpresa.
Eterno aprendizado.
Amém.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
O tamanho do coração
Existem corações de todos os tipos e tamanhos.
O meu deve ser pequeno e reservado, porque, às vezes, toma um susto de tanto amor que aparece e transborda afeto para todos os lados.
Enquanto outras vezes parece que só resta um vazio sem fim que aperta e encolhe, encolhe, encolhe. Torce até escorrer algumas lágrimas, que depois secam com um suspiro.
Meu coração tem também alguns remendos aqui e ali. Vira e mexe eles soltam e isso machuca um pouco. Conserto sempre tem com uma boa risada com alguém querido.
Meu coração às vezes fica leve feito um balão ou pesado feito uma rocha. E é agitado feito as asas de um beija-flor, até pula uns compassos. É que a vida emociona e a paixão não me deixa mentir.
E tem gente que tem um coração do tamanho do mundo, com muito espaço para amar sem fim. Me pergunto se também acaba sobrando espaço para a dor. Deve ser difícil de administrar, no final das contas.
O meu deve ser pequeno e reservado, porque, às vezes, toma um susto de tanto amor que aparece e transborda afeto para todos os lados.
Enquanto outras vezes parece que só resta um vazio sem fim que aperta e encolhe, encolhe, encolhe. Torce até escorrer algumas lágrimas, que depois secam com um suspiro.
Meu coração tem também alguns remendos aqui e ali. Vira e mexe eles soltam e isso machuca um pouco. Conserto sempre tem com uma boa risada com alguém querido.
Meu coração às vezes fica leve feito um balão ou pesado feito uma rocha. E é agitado feito as asas de um beija-flor, até pula uns compassos. É que a vida emociona e a paixão não me deixa mentir.
E tem gente que tem um coração do tamanho do mundo, com muito espaço para amar sem fim. Me pergunto se também acaba sobrando espaço para a dor. Deve ser difícil de administrar, no final das contas.
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